Implantação

Implantação

A implantação de um ERP em uma empresa ocorre em duas situações, de naturezas e dificuldades bem diversas:

  • o primeiro ERP
  • a troca de ERP
O primeiro ERP

O primeiro ERP de uma empresa tem o desafio do “novo”.  Um ERP traz consigo um conjunto de regras e enquadramentos que normalizam os procedimentos da empresa, mas também melhoram a qualidade da informação, e a liberam de pequenas decisões e rotinas, permitindo-lhe maior dedicação às atividades-fins: produzir e vender.

A procura do primeiro ERP resulta da percepção das consequências do crescimento da empresa, em termos de volume e complexidade de informações.

A implantação do primeiro ERP requer um certo aprendizado em gestão empresarial e  suas diferentes facetas, tais como a gestão comercial, de produção, financeira, contábil, e outras. Cada uma dessas facetas tem sua linguagem, suas tabelas, seus procedimentos. Aprende-las exige algum esforço, que pode ser sensivelmente reduzido pela amigabilidade, ou seja, pela facilidade de aprendizado e de uso do ERP.

Em outras palavras, a implantação do primeiro ERP da empresa traz dois tipos de resultados:

  • resultados diretos em qualidade de gestão e informação;
  • melhorias nos processos de gestão, que desbloquearão o crescimento.

Para mais detalhes vide Meu primeiro ERP.

 A troca do ERP

Em uma empresa que já possui um ERP,  a troca apresenta outras dificuldades.

A troca do ERP  costuma ser provocada por um ou mais dos problemas listados a seguir:

  • desatualização técnica ou legal
  • novo patamar técnico ou comercial da empresa
  • suporte deficiente
  • custo elevado

Ao mesmo tempo, há riscos de descontinuidade na operação, resultando em perda ou atrasos de produção e/ou faturamento.

Há várias técnicas para abordar a questão, mas elas são relativamente específicas de cada empresa, portanto além do escopo desta discussão.